Nesta semana, a vereadora Sandra Vadalá (Pode) teve projetos aprovados na Câmara voltados à prevenção do AVC, à valorização da agricultura familiar e à campanha de conscientização no trânsito “Maio Amarelo”. A vereadora também informou ter realizado diligências junto ao Executivo para acompanhar a situação do transporte público e da iluminação na cidade.
Entre os projetos aprovados, está o PL nº 39/2025, aprovado em segunda discussão, que institui a Semana Municipal de Prevenção e Combate ao Acidente Vascular Cerebral (AVC). A data será celebrada anualmente na semana do dia 29 de outubro, em consonância com o Dia Mundial de Combate ao AVC. A proposta visa alertar a população sobre os sintomas, fatores de risco e a importância do atendimento rápido, além de promover políticas públicas de apoio à reabilitação de pacientes.
Já o projeto de lei nº 40/2025, também de autoria da vereadora e aprovado em primeira discussão, cria a Semana Municipal da Agricultura Familiar, a ser realizada anualmente na semana do dia 25 de julho. A iniciativa tem como objetivo valorizar os pequenos produtores rurais, incentivar a diversificação produtiva, promover capacitações técnicas e dar visibilidade à importância da agricultura familiar para a economia local. A proposta está alinhada às diretrizes da Política Nacional da Agricultura Familiar.
Outro projeto da vereadora que avançou nesta semana foi o PL nº 52/2025, também aprovado em primeira discussão, que institui o “Maio Amarelo” no calendário oficial do município. A campanha busca conscientizar a população sobre os riscos dos acidentes de trânsito e incentivar a adoção de comportamentos seguros, por meio de palestras, ações educativas e cooperação com escolas e empresas.
Indicação – Além dos projetos, a vereadora apresentou uma indicação ao Executivo sugerindo a criação de um canal de comunicação para informar os direitos dos servidores municipais sobre o uso do plano de saúde contratado pela prefeitura e pelo Saep. A vereadora explicou que muitos servidores utilizam o convênio para tratamentos fora da cidade, mas desconhecem que o plano é responsável pelo custeio do transporte, conforme decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Segundo ela, isso tem levado diversos funcionários a recorrerem ao transporte da rede pública, que prioriza pacientes do SUS. “É necessário esclarecer esses direitos, para evitar sobrecarga no sistema público e garantir que os servidores tenham acesso pleno ao que lhes é garantido”, justificou a vereadora.
Autoria - Imprensa/Câmara
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