A pedido do Conselho do Bem-Estar Animal (Combea) do município, a Câmara Municipal de Pirassununga realizou na noite da última terça-feira (10), no Plenário “Dr. Fernando Costa”, reunião de apresentação dos trabalhos desenvolvidos pelo conselho.
Compuseram a mesa do encontro, presidido pelo vereador e presidente da Casa, Leonardo Francisco Sampaio de Souza Filho (PSDB), o secretário municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Valdir Rosa, que representou o prefeito Ademir Lindo, a presidente do Combea, Maria de Fátima Martins, a assessora da secretaria municipal de Meio Ambiente e vice-presidente do Combea, Márcia Valéria Fernandes, e a conselheira do Combea e ex-secretária dos Direitos Humanos de Pirassununga, Sylvia Buchmann Thomé.
“Cuidar da saúde dos animais urbanos não só melhora a qualidade de vida de um animal, mas também melhora o meio ambiente e a qualidade de vida humana”, disse a presidente, Maria de Fátima, acrescentando: “Em Pirassununga, vamos trabalhar o bem-estar animal e seremos referência, já que temos todas as condições plenas para isso”.
Enquanto a vice-presidente do Combea, Marcia Valeria, discorreu sobre a trajetória do órgão em Pirassununga, desde a celebração de um TAC (Termo de Ajuste de Conduta) em 2016 entre Poder Executivo, Ministério Público e sociedade civil para estabelecer políticas de bem-estar animal, a conselheira Sylvia Thomé explicou que a finalidade do conselho é incluir a sociedade civil nas resoluções e ações dos governos.
“Para isso, a participação das pessoas é muito importante. Cada um que vem traz um conhecimento novo, uma ideia nova”, falou. “Em quase um ano de existência do conselho, nós trabalhamos bastante na parte de pesquisa, estudo e de fincar alicerces sólidos para que esse conselho tenha uma continuidade.”
Já o secretário Valdir Rosa falou, entre outros assuntos, da necessidade de realização de uma campanha junto à população acerca dos “muitos animais abandonados” que existem em Pirassununga. “Embora recebemos muitas denúncias relacionadas a animais que estão em casas ou terrenos fechados, não temos a prerrogativa, segundo a legislação, de adentar esses locais. Por mais que a gente tenha vontade de resolver certas situações, a lei nos impede”, disse.
Autoria - Imprensa/Câmara
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